Ano novo, poema velh
Tuesday, February 27th, 2007Um poema do ano passado q sobrou para este, é o q acabo de postar.
Depois de férias bem curtidas, pesso desculpas pela negligência ao blog, mas, vamos recomeçar.
Um poema do ano passado q sobrou para este, é o q acabo de postar.
Depois de férias bem curtidas, pesso desculpas pela negligência ao blog, mas, vamos recomeçar.
Pelas frestas dos delírios
Se expõe um novo mundo.
Nas mãos de um sonho impossível
O novo desponta-se real.
As loucuras de um sábio,
A inacreditável cura de um mal.
Quando as cortinas se abrem,
Quando o dia mostra aos puritanos
A beleza que, na noite,
Os despudorados cozeram.
Aos tolos que temem o novo;
A todos…
A bela virgem desabotoa seu vestido,
Pavor e desejo ao rosto enrubesce
De pudor e lascívia, o sangue aquece
Seus olhos formosos de candura tremem.
Uma juventude que de volúpia geme.
E aos tolos, convida a musa,
“Vêm desfrutar o novo”
A virgem – um sorriso tímido –
Desnuda, em medo, a novidade pura,
Em sua tez, a nova beleza mostra
E o sei, delicadeza em pele
E em seu ventre o novo encerra leve
Na delícia de um amor pueril
Entre a virgem e o novo.
De um calor sensual,
O novo,
Que a todos estremecem,
É seu amante.
Nessa núpcia,
A virgem, que o medo veste.